Tudo tão artificial.
O que eu tomara nessa manhã não tinha gosto de laranja, parecia remédio.
Acho que acordei muito sã para este mundo.
(De repente um pouco de poesia cure)
segunda-feira, 25 de junho de 2012
No mais belo sentido da palavra
Gosto da madrugada, gosto do silêncio dela. Gosto da solidão da madrugada, e dessa tristeza, e dessas luzes não acessas, e dessa ausência de pessoas. Desse eu comigo, e só.
Solidão e tristeza geralmente causam medo. Mas nunca nego senti-las, a solidão me aproxima do mais profundo (e do sempre novo), e do aparentemente inabitado. Aprecio a tristeza, acho covarde fugir dela, ela sempre me pareceu mais sincera que a felicidade. A felicidade é boba, eufórica, e sempre acompanhada.. A tristeza é real, a felicidade, fantasia.
Não que eu seja sempre triste, mas não tenho vergonha da tristeza, encarno-a, assumo-a, e deixo sentir. E hoje de forma serena recebi suas visitas. A tristeza e solidão bateram em minha porta e eu as deixei entrar. Educadamente as convidei para se sentarem, e por fim foi até uma boa companhia. E quando elas deixarem minha casa na calada da noite, tenho a certeza que acordarei bem melhor do que quando fui dormir.
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